Quatro passos. Nenhum deles envolve produto químico aplicado na casa das pessoas.
Criamos e soltamos machos estéreis. Só machos — e o macho do Aedes não pica ninguém, porque não se alimenta de sangue.
O macho estéril procura a fêmea selvagem. É o que ele faz naturalmente, e faz melhor do que qualquer armadilha conseguiria.
A fêmea põe ovos que não vingam. Ela continua ovipondo normalmente, mas aquela geração não nasce.
A população cai, e continua caindo. A cada ciclo nascem menos mosquitos — e menos mosquito é menos transmissão.
Resultados publicados em revista científica revisada por pares. Cada número abaixo pode ser conferido na fonte.
Em Ortigueira, no Paraná, comparada às cidades usadas como referência.
The Lancet Regional Health – Americas, 2023Redução máxima observada na geração seguinte do mosquito.
The Lancet Regional Health – Americas, 2023Da comunidade em Londrina, onde mais de 60 milhões de machos estéreis foram soltos ao longo de cerca de cinco anos.
Programa Londrina, ParanáQuatro serviços que funcionam juntos, e que também podem ser contratados em separado.
O programa completo: biofábrica, soltura contínua e equipe local contratada e formada no próprio território.
Saiba maisRede de armadilhas que mostra onde está a infestação — e laboratório que identifica a espécie, o que a armadilha sozinha não faz.
Saiba maisPara a Secretaria de Educação, entregue em plataforma própria. Funciona independentemente da área da saúde.
Saiba maisExecutados pelo Instituto Lago, com mobilização comunitária e formação de trabalhadores.
Saiba maisMedir antes, durante e depois. Sem linha de base não há como afirmar resultado — e resultado é o que o contrato cobra.
Produzir, transportar e soltar macho estéril em escala, mantendo a qualidade do lote até o momento da liberação.
A comunidade precisa entender e aceitar. É o que separa um programa que dura de um que termina na primeira dúvida.
Registros de campo em Jacarezinho, Ortigueira e Mauá da Serra, no Paraná, onde o programa foi executado.
Cada município tem um cenário diferente. A conversa começa pelos seus dados de infestação e pelo que já está sendo feito hoje.
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